A Mandala
Mandala vem da palavra do sânscrito que significa círculo.
Uma mandala representa uma célula, um disco solar ou lunar, um povo primitivo ao redor de uma fogueira, um ovo ou uma fruta. Definir exatamente quando a primeira mandala foi criada é muito difícil, porém podemos dizer que as mandalas existem desde os primórdios da evolução humana, pois elas existem desde os desenhos pré-históricos das cavernas da antiguidade.
A forma circular sempre está presente, sendo o ponto central o início de tudo, a origem pela qual o desenho começa a se desenvolver, e além disso, as formas simétricas ou repetidas também são uma constante numa mandala. O círculo é através de uma linha contínua, que fecha o espaço e divide a parte interior da exterior, o divino do mundano, a alma da matéria.
Os simbolismos criados numa mandala são sagrados, mesmo que seu criador não saiba seus significados, estes são de origem ancestral. Porém o desenho da mandala quase sempre tem uma estrutura geométrica que divide o espaço em porções simétricas, partindo da essência, do centro da mandala, e através dessas geometrias e simetrias surge a vibração da mandala. Além disso, as cores também influenciam nessa vibração, formando um grande campo de força que une todas essas características. Portanto, ao visualizarmos uma mandala, nossas energias se alteram em vários níveis, estimulando a mente, equilibrando as emoções e ativando processo físicos, ajudando a restabelecer sua função plena. Sendo assim, uma mandala é uma fonte de cura.
Cíntia
Fernandes é arquiteta formada pela UFSC - SC e trabalha com
criação e pintura de Mandalas há 4 anos.
Desenvolve
suas pinturas em painéis, telas, tecidos e madeira. Acredita na simbologia
sagrada como uma forma de reequilíbrio energético interno e externo,
através da harmonização dos ambientes em que suas obras atuam.
Namastê!